Homilia para 18 de setembro, XXV domingo de tempo ordinário, ano A


Homilia para 18 de setembro, XXV domingo de tempo ordinário, ano A

Ontem, tivemos a missa de instalação do Pe. John Kiley como novo pastor da paróquia. Foi uma celebração muito bonita. O bispo começou recontando para nós alguns aspetos da vida do Pe. John. Um dos dados que ele falou é que o Pe. John foi ordenado ao sacerdócio no ano 1970. Isso é dois anos antes que eu nascera. Eu fico impressionado pensando nesses quarenta e um anos de serviço à comunidade! Eu espero que eu também poderei servir à Igreja ao longo de tantos anos.

Mas o Evangelho de hoje nos diz que não é tão importante quanto tempo Deus nos chama a servir, senão o nosso entusiasmo para trabalhar para Deus no tempo que Ele quer. Algumas pessoas crescem em uma família muito entusiasmada para a fé e passam a vida toda participando na Igreja. Outras pessoas descobrem a fé de verdade mais tarde na vida, seja graças a uma conversão à fe, seja crescendo em fervor, percebendo pela primeira vez o tesouro que já tem em suas mãos. O importante é que todos cheguem a conhecer a Deus e a serví-lo com generosidade.

Visto de outra maneira, algumas pessoas são chamados a servir a Deus trabalhando pela Igreja a tempo completo, como sacerdotes, religiosos, e pessoas consagradas. Outras pessoas são chamados a trabalhar mais no mundo secular, dedicando menos tempo para ajudar diretamente à Igreja. Mas essas pessoas também estão servindo a Deus, se eles vivem sua fé com convicção e fidelidade no meio do seu trabalho.

Às vezes queremos perguntar a Deus por qué não cheguemos a prezar a fé antes, ou por que Ele nos chamou a um certo tipo de vida e não a outra. Isso não nos cabe conhecer nesta vida, como explica-nos a primeira leitura. Se cada pessoa faz o melhor que pode no lugar que Deus quer para ela, vai receber o mesmo prêmio da vida eterna. A nossa felicidade no céu não depende de qual é a nossa vocação, mas a fidelidade com a qual vivemos essa vocação.

É semelhante a mensagem que nos dá São Paulo na segunda leitura. Ele vive motivado pelo prêmio de estar com Cristo no céu. Não importa-lhe quanto tempo deverá estar na terra, porque sabe que está servindo a Deus em seus irmãos. O que mais importa é viver à altura do Evangelho, pelo tempo que seja.

Que Deus ajude cada um de nós saber cómo Ele quer que nós sirvamos a Ele na Igreja. Que nos dê a graça que precisamos para amá-lo com entusiasmo e generosidade cada dia, seja no trabalho ou na igreja, no descanso ou na oração, no trato com nossa família ou com estranhos. Que todos cheguemos, no final da vida, a compartilhar o prêmio da alegria do céu.

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About Matthew Green

I am a translator, origami artist/teacher, and photographer, a blogger, former philosophy professor, and I love to sing. You can see my photos on Flickr and buy prints of some of them on Fine Art America. You can find me on Instagram, Twitter (@mehjg), and in various and sundry other social media sites on the web.
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